Destaque - Evanescence No Brasil

Amy comenta no twitter sobre momentos em Fortaleza e sobre a chegada no Paraguai

Hoje saí do meu pequeno casulo perfeito onde tenho curado minha alma pelos últimos longos três dias

Estava realmente perdida no paraíso. Na música, amor e na beleza inspiradora desse lindo mundo que te força a largar tudo e apreciá-lo.

... Obrigado Fortaleza. Obrigado Deus.

E agora estamos no PARAGUAI pela primeira vez! Mal posso esperar para fazer música com vocês! O show é nessa sexta, 19 de outubro. ESTEJAM LÁ!

OH!Tenho um pedido especial ao fã clube ou a alguém que esteja vindo para o Meet and Greet! Preciso de uma bandeira do Paraguai para a minha saia. 12x18 polegadas!

Entrevista: Amy Lee fala sobre feminismo, inspirações, turnês e os planos futuros.

Em entrevista ao site britânico AltSounds, Amy Lee fala sobre feminismo, a batalha com a indústria do rock, inspirações músicais, influência nos fãs e os planos futuros.

Clique no título da notícia para ter certeza de ler a entrevista por completo, colocamos apenas um trecho na nossa página inicial.

Boa leitura!


The Lowdown: Entrevista com Amy Lee do Evanescence

Recentemente nomidada ao MTV EMA na categoria “Best World Stage”, a banda vencedora de Grammy já vendeu mais de 23 milhões de álbuns em todo o mundo e com seu último single contando 8,5 milhões de exibições no YouTube, é claro ver que o quinteto fera que resume o sucesso rock em seu gênero ainda fala muito com seus fãs em todo o mundo.

Gastando o verão tocando em shows europeus com ingressos esgotados, Evanescence também está confirmado para fazer uma turnê no Reino Unido, que marcará sua primeira visita desde o sucesso de seu álbum número um na Billboard, auto-intitulado Evanescence, lançado em novembro de 2011.

Famosos por seus arranjos de rock puros e orquestrados, bem como o assustadoramente lindo componente vocal da vocalista, eles realmente estão merecendo seus seguidores e duradouro respeito da indústria como um todo.

Como por natureza, AltSounds teve a oportunidade de conversar com a vocalista perpetuamente linda e igualmente cativante, Amy Lee...

AltSounds: Entre outros, você cita artistas como Björk, Tori Amos, plumb e Danny Elfman como suas influências musicais, mas também há Mozart...

Amy Lee: “Para mim é apenas como ter um sentimento envolvido. Quero dizer, quando escuto a música de Björk é muito sinfônica e apaixonante, eu ouço um monte de semelhanças. Sabe, para mim como um trecho de nossa música.

AltSounds: Você é treinada como uma pianista clássica, quando você tomou a decisão de converter e usar seu amor pela música de uma forma alternativa e demonstrativa?

Amy Lee: “Não foi bem uma decisão. Desde quando consigo me lembrar; Eu tenho transbordado de amor pela música. Eu amo música. Estou em todos os tipos de arte, amo animação, filmes, pinturas, música, comida e todas os outros tipos de coisas, mas é música é mais do que qualquer coisa para mim, é apenas minha paixão. E me lembro, quando era muito pequena, vi o filme Amadeus e fiquei inspirada. Foi uma espécie de momento onde senti que tinha visto o caminho da minha vida. De alguma forma, eu sabia que queria fazer música como uma de minhas primeiras poucas inspirações – porque era muito épico, cheio de paixão e drama. Eu acho que isso fez muito sentido de várias maneiras no caminho que seguimos. Caminhamos para uma muito apaixonada, épica e quase sinfônica por causa da inspiração original de Mozart. E mais, você conhece minhas inspirações? É tipo eu amo clássico e escolhi clássico apenas porque eu amei e queria estar dentro disso. Mas então, eu me apaixonei por Grunge*.”

• Grunge: Gênero de rock alternativo.

[Leia a entrevista completa aqui]

Amy Lee agradece ao Brasil pelo twitter

Tive os momentos mais lindos com vocês, Brazil. Obrigada por tudo, nos lembraremos para sempre!

Saiba mais sobre Tim McCord

publicada uma entrevista com Tim no site oficial da banda, ele responde algumas perguntas pessoais , confira:

 

1. Qual é a sua música favorita para tocar no palco?

"The Change". Dos álbuns do Evanescence, é a que tem meu groove favorito. É sempre muito divertido para mim.

2. Quando e como você conseguiu o seu primeiro baixo?

Eu tinha 14 anos, por volta de 1993. Eu tinha guardado algumas centenas de dólares para comprar um baixo; e meu pai me acompanhou dólar por dólar, uma vez que também era músico e incentivava minha criatividade. Com a ajuda dele, eu fui capaz de conseguir um 1973 Sunburst Fender Precision Bass. Era o baixo que eu queria, pois é do mesmo modelo e cor que o Sting [1] toca, quem, naquela época, era o meu baixista favorito (e ainda está perto do topo da lista).

3. Quais outros instrumentos você toca?

Eu também toco guitarra, alguns teclados e, na maioria das bandas em que estive, cantei backing vocals.

4. Quais são seus lugares favoritos para viajar quais você ainda não esteve e gostaria de visitar?

Wow, eu estive em tantos lugares incríveis que é difícil escolher favoritos. Eu vou ter que dizer Japão, Austrália, América do Sul, Brasil especialmente, Holanda, Praga, Atenas, Reino Unido. Eu ainda nunca estive na Tailândia ou na Índia, e gostaria muito de conhecer esses lugares.

5. Quem foi o primeiro a lhe inspirar a ser um músico?

Eu cresci em uma família onde meu pai era um guitarrista/baixista e meu irmão era um baterista. Algumas das minhas primeiras memórias são deles tendo jam sessions [2] em família na nossa garagem, nos fins de semana. Acho que anos e anos disso me fizeram ficar interessado em tocar.
 

Abaixo, algumas músicas favoritas de Tim:

 

Transcrição: EvRockBr

Galeria: Atualização das fotos do show no Rio de Janeiro

 

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Atualizamos um dos álbums de nossa galeria de fotos com novas imagens do show do Rio de Janeiro.

Clique aqui para visualizar o álbum inteiro

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