Destaque - Evanescence No Brasil

Resultado: Promoção Ganhe um poster da Amy Lee

 Enfim chegamos ao final da nossa segunda promoção, primeiro queria agradecer ao nosso parceiro Arte Expressa que disponibilizou o poster para sortearmos e á todos aqueles que participaram, os que não ganharam não fiquem triste, em breve faremos outras promoções.

Vamos ao ganhador, não fizemos video dessa vez, pos estamos correndo com outro conteudo do site e não daria tempo. 

A ganhadora foi a Carina Petsch. Seguindo as regras do sorteio, tem que seguir alguma rede social do atrium e o Arte expressa e você tem 48hrs para entrar em contato pelo email: evanescencenobrasil@gmail.com e enviar os seus dados, caso isso não ocorra sortearemos outro número.

 

 

Entrevista: "Estou ansiosa para estar no Paraguai."

Amy concedeu uma entrevista para uma rádio paraguai, a Radio Urbana e o site ultimahora.com postou o resumo dessa entrevista, confira:

A vocalista e pianista do Evanescence, disse estar ansiosa para estar no Paraguai em 19 de outubro, no Jockey Club. Ele falou sobre o seu mais recente álbum, e sua forma de escrever canções.

Em uma entrevista exclusiva com a Urban Radio, a talentosa  Amy Lee disse que, desde o primeiro álbum sentiu que atinge o máximo de seus sentimentos.

Para o material de estudo final, disse: "Eu me sinto com muito mais atitude, não tanto quanto nos primeiros álbuns, onde Amy Lee é a garota dark."

A cantora falou abertamente sobre a sua forma de escrever canções: "Eu escrevi muitas coisas sobre  momentos que marcaram a minha vida, de sentimentos profundos, relacionamentos, separações difíceis, então eu me lembro dessas experiências quando eu escrevo as  músicas."

"Algumas letras têm um conteúdo vago onde eu posso tomar a liberdade de brincar com outras experiências na minha vida."

Ela disse que quando está no karaoke ou no chuveiro, canta o que se lembra e acrescenta: "no chuveiro você tem que cantar o que você sabe, algo fácil, não é tão complicado."

Quanto ao nome da banda, disse que estavam olhando no dicionário, "tentei muitos nomes estúpidos, então nós começamos a procurar nomes no dicionário, algo que tivesse a ver conosco."

"Escolhemos Evanescense porque sentimos que representa a alma da nossa música, aquela coisa misteriosa, complexa", acrescentou.

Amy Lee agradeceu Finalmente a longa espera dos fãs paraguaios e disse que tanto ela quanto o resto do grupo estão ansioso para se apresentar no Paraguai.

 Áudio da entrevista 

 

Tradução e Adaptação: Evanescence Atrium

Entrevista: "O público sempre será parte da energia!"

Entrevistada pelo site Terra Colômbia, Amy Lee fala sobre fãs, músicas e a experiência de conhecer lugares novos.

Muitos fãs perguntam o por que de tão longas as pausas entre os discos e as turnês na carreira do Evanescence. O que pode nos dizer?

Eu acredito que para fazer arte e música eu tenho que estar inspirada, é como resolver problemas de matemática, se tenho uma ideia e quero criar algo, tenho que dar um tempo. Não da para estar sempre sob os holofotes. Amo os fãs, mas é difícil sempre estar ai. Nas pausas entre os álbuns , sempre pensamos que o que temos feito será o último. Nunca nos preocupamos em “procurar” um álbum, só nasce quando as músicas estão prontas, não antes.

 

O que mais motivou essa nova turnê?

Nossa meta esse ano é ir na maior quantidade de países que não conhecemos. Estivemos em cidades incríveis do sudeste asiático, também estivemos pela primeira vez na Costa Rica. Agora iremos para a América Latina por causa das mensagens dos fãs, incluindo a Colômbia, Uruguai e Peru. Esta sendo uma verdadeira aventura.

 

O mercado Latino-americano esta crescendo muito e emergindo como um dos mais importantes no setor concertos. Palavras ditas por Billy Corgan há alguns meses em Bogotá. Qual a sua opinião sobre isso?

São muito apaixonados. Fazem alguns anos desde que estivemos pela primeira vez na America-latina, no Brasil e na Argentina, ficamos impressionados com a paixão das pessoas. É interessante que todas as bandas estejam mais atentas para essa parte do mundo. E agora a indústria mudou e a única forma que nós artistas estamos fazendo dinheiro é com turnês e shows, e a America-latina tem a força para receber grandes turnês.

 

Falando de mudanças na indústria, a estréia da banda foi em 2003 no meio do furacão produzido por Napster e a internet na música. Como vocês experimentaram essa mudança nesses quase 10 anos de Evanescence?

A verdade é que é um momento muito delicado para qualquer banda, a indústria não esta passando por um bom momento e muitos não sabem o que fazer. O bom é que a informação e o acesso a ela aumentaram, e as bandas não tem mais que esperar um contrato com uma gravadora para lançar um CD. Não tem que esperar para que um show seja memorável, agora se tiver um vídeo famoso na internet já basta. Isso é maravilhoso. Mas não vemos mais estantes com discos a venda. Isso não acontece mais. As pessoas querem músicas sem custo, e isso não pode. Para as bandas foram anos difíceis pensando em formas de não falir fazendo música, porque não estão fazendo dinheiro, não é o fim da música, as pessoas sempre precisarão de música.

 

Do set list dessa turnê, qual música você considera que a conecta mais com seus fãs?

É difícil a pergunta, pois durante o show todo eu busco me conectar ao público com a minha performance. Isso é o que mais gosto. Você não sente isso num estúdio ou ou quando recebe um prêmio. O público sempre fará parte da performance, parte da energia. Gosto dos momentos de “Bring me to life”, porque todos a conhecem, até mesmo o cara que acompanha a sua namorada que nunca nos ouviu. Mas a parte que mais gosto de compartilhar com os fãs são as novas canções, porque são muito frescas para mim e esse disco é o que mais expressa o que há no meu interior.

 

A Colômbia tem um grande número de fãs do Evanescence, e nos últimos anos falaram sobre uma possível vinda da banda. Agora se concretizou, o que você espera desse encontro que será em outubro?

Não conheço muito a Colômbia, houve nos últimos anos muito esforço para que fossemos, esperei todo esse tempo para ir. é incrível ver os fãs do mundo todo, e a melhor maneira de entender a cultura dos países é indo visita-los. Alguém me mostre a Colômbia!

 

Uma fã chamada Alejandra Sandoval mandou uma mensagem perguntando o que você sentia ao saber que suas composições salvaram vidas e o exemplo que elas são. Qual o seu sentimento quando fica sabendo essas histórias?

De todas as coisas, de todas as frustrações que tive, de tudo o que falamos da industria e a loucura que é esse negocio, nada importa quando tenho uma conversa real com alguém e me diz que minha música a salvou ou a ajudou. Saber que nossa música a acompanhou num momento tão difícil, é incrível. Obrigada Alejandra por compartilhar essa experiencia comigo, é uma história incrível e sinto que não posso levar todos os créditos por salvar a vida de alguém. A música tem sido a escapatória para as minhas emoções e sentimentos. E fico feliz que as pessoas possam compartilhar das mesmas experiencias que eu através da música, me faz sentir que isso tudo não foi egoísta.
 

 Transcrição: EvShadow

Entrevista: "Evanescence ainda é o meu sonho", diz Amy Lee

Amy realizou mais uma entrevista, desta vez foi para o site chileno rocknvivo.com, confira:

De sua casa, em Nova York, a cantora diz que está descansando. Depois de quase um ano de turnê com o Evanescence, sua vocalista passa um tempo em casa antes de iniciar a segunda parte da turnê, que vai trazê-los para América do Sul. “Estou curtindo a minha casa como nunca fiz em um ano inteiro”, diz a cantora de 30 anos.

 

Há alguns anos, a banda passou por momentos difíceis, especialmente com a mudança de membros. Qual é a sensação que você tem da banda agora?

Se passaram vários anos desde a saída dos integrantes, mas gostamos de lembrar disso porque amamos o drama, haha. Isso é como o nosso drama familiar, mas para ser honesta, é o que menos importa agora. Eu amo música e é por isso que estou aqui. Acho que estamos em um momento muito especial e positivo. Foi um longo processo que nos tomou muito tempo e onde tivemos que colocar o nosso suor, mas já superamos isso. Agora, estamos em turnê, conhecendo os fãs ao redor do mundo e isso tem sido fantástico. Eu não consigo explicar, mas é ótimo sentir essa conexão com as pessoas que vão te ver no show. E isso é loucura, porque quando você escreve uma música e começa uma banda, você pensa só em você – neste caso, minhas experiências, minha vida – mas conheci muitas pessoas que sentem a nossa música como se fosse algo delas, e é daí que surge uma conexão incrível. Isso é o que nos interessa, que é o que nos foi deixado com essa nova turnê. E depois de ter passado por todos os obstáculos, ficamos de pé novamente, porque nós gostamos de sentir todos esses sentimentos positivos em torno de nós.

Em uma entrevista, você disse que o nome de seu novo álbum, Evanescence, foi escolhido porque era exatamento sobre uma coisa: a banda. Você ainda sente isso?

Sim. Ficamos procurando um nome para o álbum por muito tempo e não conseguimos nos decidir. Mas percebi, ao rever as músicas, que não se tratava apenas de meus relacionamentos, mas era sobre o Evanescence. Evanescence é como uma grande entropia, é a melhor coisa que fiz na minha vida, não porque dediquei 15 anos… é como um relacionamento, é como se uma parte de mim odiasse isso, mas a outra parte amasse. Tem coisas difíceis, que consomem muito tempo e as que tenho medo, mas outras são verdadeiros sonhos realizados. A banda ainda é um sonho meu que foi realizado. Ainda vou dizer, ‘Nossa! Estou cantando em uma banda.’

Como foi o processo de criação do álbum Evanescence?

Acho que esse álbum foi como voltar ao básico. Ele foi feito pelos cinco integrantes da banda, todos nós participamos dele e é a primeira vez que acontece isso com a gente. Geralmente, acontece uma colaboração só com alguns membros da banda, mas não foi assim dessa vez. Fazia muito sentido fazer nos convencer de que somos uma banda e estamos nos divertindo.

Como foi a sensação de voltar a gravar um álbum depois de cinco anos?

Foi ótimo e fizemos isso com um produtor diferente. Nos dois últimos álbuns, trabalhamos com Pete Matthews, e eu gosto muito dele, e conversamos sobre voltar a trabalhar juntos, mas eu disse a ele que queria me desafiar, sair um pouco da minha zona de conforto. Com Nick Raskulinecz, o produtor deste álbum, nos damos bem logo de cara, ele tinha grandes ideias e realmente pude ver que fomos empurrados para a direção que eu queria. Foi como estar na escola, ele nos treinou como um grupo e nos fez melhorar, como um time, e estamos muito felizes por isso. No ano passado, melhoramos muito e foi uma grande experiência.

Outro aspecto é que vocês acabaram de voltar de uma turnê mundial, que durou um ano. Como você se sentiu?

É bem louco estar em turnê. Honestamente, as pessoas não sabem como é isso… viajar do jeito que viajamos consome o corpo e a mente. De alguma forma, a turnê desafia você a fazer coisas incríveis, como estar em um país e, no dia seguinte, estar em outros lugares fazendo shows com ingressos esgotados. Foi uma loucura, e a verdade é que fiquei um pouco doente. As pessoas não pensam que você pode se machucar ou sofrer algum tipo de dano que faça você cancelar o show, mas não podemos fazer isso, porque as pessoas estão esperando por você há anos e querem aproveitar o show. Não posso dizer, ‘Ok, eu vou cancelar o show, mas não posso me apresentar com a voz rouca e fazer uma boa apresentação.’ Então, está sendo difícil lidar com isso de novo. Mas, por outro lado, está sendo muito bonito e gratificante subir ao palco e ver que há milhares de fãs enlouquecendo, curtindo um grande momento de suas vidas e é aí que você se pergunta, ‘Como cheguei aqui?’

O Chile também faz parte de sua turnê mundial, e vocês se apresentam no país, pela segunda vez, no dia 23 de outubro. Você tem alguma lembrança do show que aconteceu em 2007, que teve 10 mil pessoas?

Sempre dizemos que nos lembramos do público chileno, porque tinha um monte de gente esperando por nós, quando chegamos no aeoporto, gritando e correndo. Isso é o que gostamos de ver nos lugares que vamos. Sinto que o sentimento dos fãs sul-americanos me inspira, especialmente os chilenos, argentinos e os brasileiros, porque eles fazem você se lembrar que nem tudo acontece na América do Norte, e você pode ir a qualquer lugar do mundo, em qualquer momento, pois as pessoas desses países realmente se importam com você. É óbvio que é uma ocasião especial, onde você pode ver seus cantores favoritos, mas é algo muito especial para nós.

Você acha que isso que aconteceu no show de 2007 se repetirá?

O mais importante é que estamos muito animados para voltar ao Chile, estamos animados mesmo, porque, em 2007, nos sentimos muito especiais ao ver tantas pessoas. Nós nos sentimos como os Beatles! E agora, eu não sei, talvez não estarão todos que estavam naquele dia, mas esperamos que todos que estejam gostem de nossa música e que podemos fazê-los ficar felizes por um tempo.

 

Tradução: AmyLeeBr

TWITTER: Tim posta foto em seu twitter

Tim publicou em seu twitter,  a foto de seu jantar e diz ele: "na praia", confira:

"Sim, um jantar cedo na praia"

 

Divulgar conteúdo

Vagas na Equipe!

Se você está interessado em colaborar com o site, clique aqui :)

Login do usuário

My Heart Is Broken

Facebook